Autoridade Espiritual

 

 

 

O que é Autoridade

 

 

O termo autoridade  vem do latim, auctoritas, derivada de auctor, causa, patrocinador, promotor, ou seja aquele que promove a cooperação ou submissão do grupo em prol de um objetivo maior.  A autoridade pode se de alguns tipos:  A autoridade pessoal: deriva-se do reconhecimento de que alguém sabe e tem realizações em um campo especifico.

 

Autoridade oficial

É aquela dada a uma pessoa em razão de uma função ou poder que lhe tenha sido conferido por outros, de acordo com a lei, com os costumes ou com outras convenções sociais.  Autoridade de objetos (como um livro): podem tomar-se autoritários pelo consensos de muitos.Ou podemos usar os termos autoridade externa ou autoridade interna. A externa é aquela conferida a uma pessoa que se tornou oficial, nomeada por outros, como um governador.  Um policial, um professor, etc.  A interna é aquela residente em um argumento convincente ou em um importante exemplo ou em uma experiência moral ou espiritual. A autoridade é o direito de influir sobre os outros a autoridade quase sempre nos é delegada.

 

 

Exercício de poder delegado

 

 

Toda a fonte de autoridade existente emana de Deus, portanto não há nenhuma autoridade existente, que não esteja sujeita a Deus; Deus é a fonte de toda a autoridade. Ele detém o poder supremo. Ele é Aquele que está sentado no trono do universo e é Ele quem tem completo controle sobre todas as coisas. Consequentemente, podemos deduzir que qualquer outra autoridade que exista no universo foi estabelecida por Ele ou, pelo menos, só existe com a Sua permissão.  Sem o Seu consentimento, não seria possível a  sobrevivência de  qualquer outra autoridade.  Entretanto, não importa onde encontremos autoridade neste mundo de hoje (seja ela boa ou má), sabemos que é algo  que  provém  legalmente de  Deus.  Isto é exatamente o que as Escrituras ensinam.  Governos humanos, Forças Armadas, juízes, etc., são instituições que são estabelecidas por Deus para inibir as forças do mal neste mundo, Romanos 13:01,07 - João 19:10,11 “Você se nega a falar comigo?”, disse Pilatos. “Não sabe que eu tenho autoridade para libertá-lo e para crucificá-lo?”  Jesus respondeu: “Não terias nenhuma autoridade sobre mim se esta não te fosse dada de cima…  O nosso Deus reina ele destitui governantes, lideres em todos os graus e  lugares.  Deus de Israel é ‘Senhor de toda a terra‘, Miquéias 04:13, que controla a história e o destino das nações, Amós 09:07. De acordo com Amós 09:12, as nações ‘são chamadas’ pelo ‘nome’ do Senhor. A expressão aponta a propriedade e autoridade do Senhor sobre as nações como deixa claro o uso constante em outros textos bíblicos, 2 Samuel 12:28 – Isaias 04:01.

 

 

Quem delega da liberdade e exerce controle.

 

 

Que delega tem o controle é e importante, que seja dada liberdade de atuação para quem está revestido de autoridade, se não houver liberdade de ação o que foi revestido de autoridade se torna uma marionete.  Exemplo: Deus que nós servimos está no controle de todas as coisas.  A primeira, estar no controle, não significa manipular o processo 24 horas por dia, 7 dias na semana, 30 dias no mês, 365 dias no ano, e toda a vida. Estar no controle não significa manipular o processo o tempo todo.   A segunda, completa a primeira, estar no controle é você ter o poder, e a autoridade para intervir na hora que você quer, do jeito que você quer, e como você quiser, exemplo micro para você entender o macro que eu estou falando, que é Deus.

Um exemplo micro, por exemplo, existem várias empresas, que são empresas mundiais, que tem presidente no Brasil, na Argentina, na África do Sul, na Alemanha, na Itália, na França, ela tem uma presidência mundial, ou um conselho de administração que comanda a empresa no mundo todo, mas cada presidente da empresa no país, tem a sua autonomia, para colocar os planos da empresa, só que aqui por cima tem um presidente mundial, que pode a qualquer hora intervir, O presidente mundial está numa posição superior, e portanto ele pode a qualquer hora ele intervir em qualquer uma destas empresas, mas ele que está dirigindo aqui no Brasil, ou na Argentina ou na França, ele tem autonomia para gerenciar e gerir.

Assim é Deus. Deus está no controle de tudo, mas ele permite o homem escrever história, ele permite você e eu fazermos escolhas e ele respeita as nossas escolhas.  Ele permite você e eu tomarmos nossas decisões, mas Deus, a hora que ele quiser, do jeito que ele quiser, ele pode interferir na vida de qualquer um de nós, porque afinal de contas o Deus que nós servimos está no controle de Todas as coisas . Mensagem Pastor Silas Malafaia – Deus está no controle.   Agora se aquele que recebeu a autoridade, pode muito bem perde-la quando, subleva a autoridade maior, ou não seque as normas e princípios daquele que o revestiu de autoridade.  E passa a governar para si próprio e não em prol do bem estar da comunidade ou grupo sobre o qual se tem autoridade, e é de Deus o juízo sobre estas autoridades. Lembram o que Deus falou para Nabucodonosor: “Passou de ti o teu reino” (v. 31).  E na mesma hora ele foi tirado dentre os homens, e foi humilhado, zombado e escarnecido por todos.  Quem diria, o “grande” rei Nabucodonosor virou um bicho!   É assim que Deus faz: abate os soberbos que de alguma maneira sublevam a sua autoridade.

 

 

Autoridade pressupõe legalidade

 

 

Uma pessoa que tem ou esta numa posição de autoridade, há um ato legal legitimando aquela autoridade, ela recebeu legalmente este direito, e muito tristes ver alguns nos nossos dias caindo de paraquedas por ai dizendo que receberam a autoridade de Deus sem mesmo conhecer a deus, ou adquirindo autoridade “títulos, nomes e diplomas”, totalmente de modo ilegal está autoridade não é reconhecida por deus, e falsa e mentirosa e só pode ter sido aprovada no inferno.

 

 

Ato que implica legitimidade

Quem exerce autoridade deve seguir as leis pré-existentes estabelecidas, seja ela humana ou bíblica, ela não pode simplesmente passar por cima dos princípios que regem a autoridade constituída. Nem entrar em choque com as demais autoridades. Já diz o ditado cada macaco no seu galho. Exemplo: Um policial não pode interferir na autoridade de um médico.

 

 

Exercício da Autoridade

Deus ordenou a existência das autoridades.

Para o bem do convívio social Deus estabeleceu a existência de instituições e quem seria a autoridade sobre estás instituições.

Toda instituição que tem a aprovação de Deus tem como líder o cabeça a pessoa de Jesus Cristo ele é a pedra fundamental de tudo. E quando digo tudo é tudo mesmo do planeta terra ele é o principal, por ele, para ele é que nós existimos.

 

 

Tipos de autoridade

Vamos definir alguns tipos de autoridade que a bíblia nos apresenta.

 

 

Autoridade do Governo

 

 

Os Governos e as autoridades constituídas para governo dos países, são instituídas para o bem estar da população e são agentes de Deus para garantir a ordem como vemos em Romanos 13:04 e Lucas 22:25.  As escrituras nos orientam a sermos submissos às autoridades e, consequentemente, às leis de nosso país. Pagar imposto ou regularizar um imóvel na prefeitura, por exemplo, são obrigações que não ferem a Palavra de Deus. Deixar de cumprir alguma dessas obrigações é mais do que se rebelar contra o governo: é se rebelar contra Deus.  Portanto, como cristãos, devemos dar o bom testemunho, sendo submissos à autoridade de nossa região. Devemos obedecer às leis, contanto que estas não atrapalhem nosso relacionamento com Deus. Por exemplo, se um governo decretar que é proibido ler a Bíblia, não deixe de lê-la, pois Deus deseja que façamos isto: proibir a leitura da Bíblia seria um ato que prejudicaria nosso relacionamento com Deus. Não se esqueça que é Deus quem permite uma pessoa chegar ao poder.

Porém, não devemos obedecer cegamente a tudo o que as autoridades determinam. Em Romanos 13:3, Paulo fala que “os governantes não devem ser temidos, a não ser pelos que praticam o mal.”. Devemos sempre lembrar que Deus é a autoridade máxima. Logo, se alguma lei ou solicitação for contra o que a Bíblia diz, devemos obedecer primeiramente a Deus. Um exemplo disso está em Atos 04:18,20.   É importante também estarmos atentos para não confundir qualquer fiscalização com perseguição. Estão perseguindo cristãos quando, por exemplo, não permitem que seja realizado algum evento somente por ser um evento cristão. Agora, se esta proibição é devida à falta de alguma documentação, a situação é bem diferente: trata-se de uma punição, e não uma perseguição. Devemos ser submissos às autoridades não apenas para evitarmos punições, mas também para mantermos nossa consciência limpa. Romanos 13:05.   Outro ponto importante a se observar é a maneira como confrontar um decreto que discorde da Bíblia. Sair promovendo “quebra-quebras” ou atitudes violentas exageradas não colaboram com nada. Não devemos retribuir o mal com o mal. Precisamos ser firmes em nosso posicionamento e, ao mesmo tempo, ser um bom testemunho. Um exemplo disto é Jesus que, por vezes, agiu de forma mais “pesada”, como no caso da expulsão dos mercadores do templo ou na repreensão aos fariseus, mas nunca exagerando na rigidez. Caso o fizesse, Ele estaria sendo um mau testemunho. Do mesmo modo, um cristão deve manter-se firme no seu posicionamento, porém, sem deixar de agir coerentemente.

 

Autoridade na Família

 

 

No lar, Deus constituiu o homem autoridade sobre a esposa e os filhos.  A palavra de Deus diz: como Cristo é a cabeça ou autoridade sobre o homem, o homem é  cabeça sobre sua esposa,1 Coríntios 11:03. A razão é o fato de o homem ter sido criado primeiro. Normalmente, nos ensina a ordem divina na criação que tudo o que vem antes se constitui autoridade, 1 Coríntios 11:08,12 e 1 Timóteo 02:11,15. Por isso a esposa deve se submeter ao marido. A palavra de Deus dignifica tanto o casamento, que compara o marido com Cristo e a esposa com a igreja. Assim como Cristo é o cabeça da igreja, o homem é o cabeça da sua mulher; e assim como a igreja (noiva de Cristo) é submissa a Cristo, a esposa deve ser submissa ao homem (revelado especialmente em Efésios 05:22,33. Porém, a mulher só será submissa ao seu marido se tiver revelação da autoridade de Deus em sua vida; do contrário, será muito difícil submeter-se, principalmente aos maridos de difícil convivência. Por isso a palavra diz para ela ser submissa ao seu marido “como ao Senhor”, Efésios 05:22. Isto significa que quando a mulher se submete ao seu marido, na verdade está se submetendo ao Senhor.  A submissão da mulher não é uma questão de inferioridade, mas de uma disposição que Deus instituiu na família, o que dá à mulher:

a) cobertura espiritual;  b) proteção;  c) cuidados.  Quanto à submissão da mulher, em relação a Deus, diz a palavra: “isto é de grande valor”, 1 Pedro 03,04; e em relação a ela, resulta: “espírito manso e tranqüilo”, 1 Pedro 03:04,06.  As mulheres são exortadas a serem submissas aos seus maridos como Sara foi com seu esposo, Abraão, 1 Pedro 03:01,06. Quem assim procede, diz Pedro, se torna filha de Sara.  Abraão é exemplo de fé; ele é chamado de pai dos que creem. Sara é exemplo de submissão. Com isto concluímos que a fé em Cristo resgata no homem e na mulher sua submissão à autoridade direta – a Deus – e delegada – aos homens. Fé e submissão andam juntas na experiência do homem com Deus.  A submissão torna-se mais prática quando a palavra diz do “respeito” que a mulher deve ter pelo esposo, Efésios 05:33.

Interessante observar a atitude de Eva quando pecou contra Deus. Ao atender a sugestão do diabo ela saiu de duas coberturas: de Deus e do seu esposo, Adão. Quando ela saiu da autoridade de Deus, imediatamente saiu da autoridade do homem. Por isso a palavra de Deus nos exorta a nos colocar debaixo da autoridade do Senhor para então obedecermos a sua autoridade delegada. Há uma promessa às esposas que têm maridos incrédulos: “Mulheres, sede vós, igualmente, submissas a vosso próprio marido, para que, se ele ainda não obedece à palavra, seja ganho, sem palavra alguma, por meio do procedimento de sua esposa, ao observar o vosso honesto comportamento cheio de temor”, 1 Pedro 03:01. Qual procedimento? Submissão ao próprio marido!  Aos maridos a palavra de Deus responsabiliza de amar suas esposas. Chama mais o marido ao amor do que a mulher à submissão Efésios 05:25,28,33.   Não podemos esquecer que Deus, ao criar a mulher do homem, tirou-a do lado do seu coração, para ser amada e tratada com consideração, Colossenses 03:19 e 1 Pedro 03:07.   Os filhos também devem se submeter ao seu pai. Obedecer ao pai é honrá-lo, Efésios 06:02, e honrar significa reconhecer a posição de autoridade divina em que Deus o estabeleceu no lar.  Deus quer filhos obedientes, não filhos que fazem parte de uma geração rebelde, como a caracterizada, principalmente nestes últimos dias, Romanos 01:30 e 1 Timóteo 03:02.  Se os filhos forem submissos aos pais, em relação a Deus, diz a Palavra: “assim fazê-lo é grato diante de Deus”, Colossenses 03:20 e em relação ao discípulo há duas promessas: tudo irá bem e terá longa vida Efésios 06.02,03.  Quanto à submissão da esposa e dos filhos ao cabeça do lar, deve ser absoluta, mas sua obediência deve ser relativa, quando vai de encontro à palavra de Deus.  A palavra de Deus responsabiliza os pais, por um lado, de não provocar seus filhos e nem irritá-los, para que não fiquem desanimados; e por outro lado, criá-los na disciplina e na admoestação do Senhor Efésios 06:04 e Colossenses 03:21.  Quando os membros de uma família entendem a autoridade, muitas dificuldades no lar desaparecem.  Que nossas famílias sejam um lugar em que resplandeça a glória de Deus, através do qual os discípulos sejam edificados e os incrédulos sejam salvos.  Que nossos lares sejam um encontro vivo e dinâmico da igreja nas casas, tal como vemos nos Atos dos Apóstolos.

 

 

Autoridade Eclesiástica

 

 

Há, certamente, necessidade de autoridade  na   Igreja. Não há dúvida de que Deus usa os homens para  serem  ambos, líderes  e exemplos para outros e para  atraí-los para  um  relacionamento com Cristo.  A  genuína autoridade  espiritual emana do  próprio Deus.  Aqueles que exercem tal  autoridade  são  vasos   preparados que transmitem os pensamentos e desejos de Deus para  o Seu povo.  É este tipo de autoridade que deveríamos estar  exercendo na Igreja hoje. Precisamos desesperadamente de homens que  falem  quando Deus  fala com eles, que liderem de acordo com Sua direção  e que  manifestem Suas revelações. A grande necessidade atual  não  é daqueles que  foram  treinados, eleitos  ou indicados para  posições  de  autoridade, mas  daqueles que  são  íntimos de Deus e através dos quais  Ele pode  transmitir livremente Sua vontade.  A genuína autoridade espiritual não  vem  por  uma  indicação para uma “posição” ou “diaconato”. Embora certos  homens tenham adquirido no  Novo Testamento rótulos como  “ancião”, “diácono” ou  “apóstolo”, a autoridade deles  não  veio  por  causa  de  alguma “posição”. A verdade é exatamente  o  contrário.   Tais  designações  vieram   como   resultado  do profundo trabalho espiritual que Deus fez interiormente neles.  Elas eram uma  maneira de  descrever suas  funções  especiais  no  corpo.  Em alguma área  específica  Deus  preparou esses  homens  para serem  canais  de  Sua autoridade. Esses  nomes foram   usados para  identificar  essas  áreas   de serviço,  não para  qualificá-los para  elas.  Sim, a Bíblia diz que os Apóstolos “ordenaram” presbíteros em cada Igreja, Atos  14:23. Mas o que  este termo  realmente significa?  W. E. Vine, em  seu  Dicionário Expositor  das  Palavras do  Novo  Testamento, diz  o seguinte:  “não  se  trata   de  uma  ordenação  eclesiástica formal,   mas   a escolha,  para  o reconhecimento das  Igrejas,  daqueles que  já tinham sido levantados e qualificados pelo  Santo  Espírito e dado evidência disso  em suas  vidas   e  em  suas  obras.” Você  vê  que  os  Apóstolos não  estavam arbitrariamente selecionando homens que preenchessem certas qualificações ou que,  talvez,  estivessem mais  desejosos de prosseguir com a programação deles  ou  que,  possivelmente, tivessem muito dinheiro ou influência   na   comunidade.  Ao  contrário,  com   olhos   espirituais,  eles estavam  indicando,  para   benefício   daqueles  que   não   podiam  ver  tão claramente, aqueles  que  Deus  havia  selecionado e preparado para  usar  como Seus vasos.  Por  favor,  não  compreendam mal  isto:  esforços  humanos movidos pela autoridade natural podem  ser capazes de realizar  coisas  notáveis no mundo   religioso.  Campanhas de “reavivamento,” acionamento   de membros, levantamento de fundos e projetos de construção, podem todos ser  executados  por   forte   liderança  humana.   Mas, lembremo-nos  que “sucesso”  não é a medida para  nossas realizações espirituais. Não importa quão  grandiosos ou impressionantes nossos  trabalhos possam parecer, se eles   tiverem  sido   construídos  com   substâncias  erradas  –  elementos terrenos  em   vez   de  sobrenaturais  –  eles  serão   destruídos  no  dia   do julgamento.

 

Função da Autoridade

“No aspecto do evangelho,  ter a “Autoridade” não significa o direito de agir como ditador, ordenar ou comandar. Pelo contrário, significa guiar, proteger, indicar o caminho, dar exemplo, dar segurança, inspirar e criar o desejo de apoiar e seguir.

 

 

OS TRÊS CAMINHOS RELACIONAIS QUE O NOVO CONVERTIDO FAZ

 

 


1. Relação com o “Poder” de Deus

1.1. Algumas pessoas ao entrarem numa Igreja local têm contato primeiramente com o “poder” de Deus.

1.2. Quem tem contato com o “poder” de Deus faz o caminho inverso da maturidade.

1.3. Quem se relaciona com o “poder” de Deus, via de regra, sabe o que Ele faz, mas não sabe quem Ele é.

1.4. O pecado que se comete contra o “poder” de Deus é o pecado da arrogância, do orgulho.


 

2. Relação com a “Santidade de Deus”
    2.1. As pessoas que têm contato com a “santidade” de Deus ao entrarem numa Igreja local, têm muita propensão a se tornarem fanáticas, por desconhecerem o que vem a ser santidade, santo e santificação.

2.2. Quem se relaciona com a “santidade de Deus” tem sempre visão sacrificial.

2.3. Relacionar-se com a “santidade de Deus” sem o entendimento da abrangência do sacrifício de Jesus é tornar-se insuportavelmente “justiça-própria”, “escada-da-penha”, “pagador-de-promessa”.

2.4. O pecado que se comete contra a “santidade de Deus” é quando o humano quer ser divino numa postura de absoluta intolerân- cia.

 

3. Relação com a “Autoridade” de Deus
    3.1. O princípio fundamental da “autoridade delegada” é que uma autoridade só é constituída sob outra autoridade, ficando entendido que nenhuma autoridade deve atuar isolada de uma instância maior, pois facilmente se corrompe.

3.2. As pessoas que têm contato com a “autoridade de Deus” ao entrarem na Igreja tornam-se pessoas equilibradas, maduras, consci- entes. Aprendem logo que obedecer é melhor do que sacrificar. Aprendem também o princípio do pertencimento.

3.3. O extraordinário equilíbrio do universo resulta da harmonia entre os fatores sabedoria, poder, santidade e autoridade do Criador – pois enquanto o papel da sabedoria é controlar a autoridade, o do poder manter a autoridade, o da santidade o de dar nobreza a autoridade, o da autoridade é o de equilibrar a santidade, a sabedoria e o poder.

3.4. O pecado que se comete contra a “autoridade de Deus” é o mais sério de todos os pecados, pelo fato de ser um pecado de intromissão e rejeição aos desígnios divinos.

(*) O fogo estranho tem o seu berço no próprio coração do homem, que relativiza a autoridade para se desobrigar dela; sustenta postura dissimulada entre o que lidera e o que se sujeita à liderança para conseguir uma obrigatorie- dade condicional; subestima as autoridades na tentativa de negar, para si mesmo, a sua autenticidade e autoriza- ção; superestima a sua capacidade com vistas a reivindi- car para si direitos inexistentes.

 

 

31 Principios para Autoridade Espiritual

 

 

Coloco, abaixo, 31 princípios que norteiam o estudo sobre “autoridade espiritual”. O objetivo deste estudo é garantir, entre outras coisas, a convivência harmônica entre líderes e liderados, sabendo que ninguém pode servir, na igreja, sem uma ordem expressa da liderança ou motivado por uma atitude independente, isolada, desvinculada de uma “autoridade representativa”, pois só aquele que está debaixo de autoridade constitui autoridade. Fora disso, é trazer “fogo estranho” ao altar. Se não, vejamos:

 

1. Líder não pode ser sentimentalista. Líderes sentimentalistas são, via de regra, imaturos e comumente envenenam seus liderados contra a Liderança com a «sua» revolta particular.


    2. Quem lidera não pode fazer-se de «vítima» e jogar seus lide- rados contra a liderança; essa é a maneira abiraniana de sonegar a obediência (Nm 16.1-50).

    3. Quem lidera deve atentar para duas coisas imprescindíveis: 1) a quem ele deve prestar contas e 2) a quem ele deve prestar contas.

    4. Quem não consegue governar seus «traumas» contra liderança – vindos da infância e passando pela pré e toda adolescência – nunca deve se meter a liderar, a menos que passe por uma transformação resultante da Graça de Deus.
   
    5. Não querer se submeter ao que lidera é sempre sintoma de mau aprendizado. Isso geralmente deriva-se de uma ingovernabilidade pes- soal e modus vivendi.

     6. Um dos sintomas de insubmissão de uma pessoa está no fato de ele querer sempre questionar a legalidade de não “poder fazer” o que acha que “sabe” e “pode” fazer.

    7. Respeitar a posição de quem governa é fundamental para os liderados não perderem o respeito por você que os lidera. Verdadeiros líderes são aqueles que vivem sob liderança.

    8. Falar de democracia a fim de não se submeter à liderança é subterfúgio dos que nunca aprenderam o princípio da obediência.

    9. Toda liderança tem que prestar contas a alguém. Quem lidera não pode violar o princípio da hierarquia, sob pena de vir a cometer rebelião.

    10. Todos que fazem trabalhos na igreja devem sempre levar o grupo – à época em que o está liderando –, a respeitar aquele que o preside, o pastor da igreja.

    11. Respeitar a «autoridade representativa de Deus» é a maneira mais inteligente de saber «entrar» e «sair» do meio daqueles que governam.

 

    12. Só liderança confusa lidera o grupo para si mesma. Lideranças em sintonia com o governo da igreja lideram dentro de uma Linha de Comando traçada por aquele que lidera.

    13. Lideranças eufônicas têm voz inocente, mas coração perverso. Limpam o prato nas bordas, mas no interior fica o lixo. 

    14. Todos que lideram têm um limite a observar: o momento em que o líder com o qual prestam contas assume.

 

15. Nenhum líder pode locupletar-se da ideia de que já pode fazer alguma coisa sozinho, sem se reportar ao que o lidera. Isso é “fogo estranho”.

    16. Liderança alguma pode convocar, chamar (ou qualquer coisa neste sentido) os que lideram para reunirem-se em local neutro (numa casa, por exemplo), sem que lhe seja autorizado pelo pastor da igreja. Isso é ato de rebelião!

    17. Nada é tão pecaminoso e repugnante do que uma ação com rosto de inocência, mas que, no seu conteúdo, revela o estado de insubmissão e altivez de espírito.

    18. Os que trabalham na igreja devem a Deus – e ao líder que Ele colocou – fidelidade, para que não sejam possuídos da ideia de que podem fazer melhor do que aquele que lidera.

    19. Um liderado nunca pode querer competir com a liderança por achar que pode fazer melhor do que ela, numa demonstração clara de arrogância.

    20. O espírito que deve reinar no líder de qualquer grupo na igreja é sempre o de cooperação com a liderança. O que passar disso já é rebelião.

    21. Infelizmente, uma liderança que é maculada com o mal da rebelião nunca mais se acerta e viverá para sempre sendo liderado.

    22. Todos os que transgridem os princípios que regem a autoridade espiritual tornam-se altivos, arrogantes na sua maneira de tratar os que pertencem a Linha de Comando.

    23. Querer medir forças com a “autoridade representativa” é ação insana, autodestrutiva e só mostra o nível de rebeldia que há no coração.

    24. O elemento mais comum utilizado no processo de desconstrução de uma «autoridade representativa» é a relativização da mesma.

    25. Os algozes da «autoridade representativa» sempre desejarão substituir a liderança pela «vacância». A razão é simples: não querem um outro líder, mas a «vaga» para poderem manipulá-la.

    26. Ter a vaga da liderança é mais importante do que ter o líder. É só lembrar o «bezerro de ouro». Não queriam Moisés, mas a sua vaga, pois, assim, se coloca qualquer coisa em seu lugar.


    27. De posse da «vaga» do líder eu o substituo por qualquer outra coisa que dê a ideia de presença de Deus. Até um «bezerro de ouro».

    28. A democracia é a forma mais convincente de despersonalizar a «autoridade representativa», só que, sem saberem, os que instauram essa forma de governo vão lidar, daí para frente, com o sistêmico, o desconhecido. Ou seja: ninguém sabe de onde vem a ordem e ninguém sabe a quem recorrer.

    29. Miriã, irmã de Moisés, e Arão criaram um rebuliço no arraial de Israel ao tentarem relativizar a liderança de Moisés: «E disseram: Porven- tura falou o SENHOR somente por Moisés? Não falou também por nós? E o SENHOR o ouviu» (Nm 12:2).

    30. A sutileza da relativização seria perfeita caso não acontecesse a intervenção divina. Eles tentam «humanizar» a ação de Deus democratizando-a para criar a «vacância». Ora, se Deus fala com todos, para que a figura do líder? 

    31. A maneira presumida como Miriã e Arão desautorizam Moisés é tão dantesca que Deus faz a intervenção: «Assim a ira do SENHOR contra eles se acendeu; e retirou-se. E a nuvem se retirou de sobre a tenda; e eis que Miriã ficou leprosa como a neve; e olhou Arão para Miriã, e eis que estava leprosa» (Nm 12:10).

 

 

A Importância da Autoridade Espiritual

 

 

“Obedeçam às autoridades, todos vocês. Pois nenhuma autoridade existe sem a permissão de Deus, e as que existem foram colocadas nos seus lugares por ele. Assim quem se revolta contra as autoridades está se revoltando contra o que Deus ordenou, e os que agem desse modo serão condenados”, Romanos 13:01,02.

 

 

O EXEMPLO DO APÓSTOLO PAULO

 

 

Antes de reconhecer a Autoridade, Paulo tentou acabar com a igreja (Atos 8.3); mas depois de se encontrar com Jesus na estrada de Damasco entendeu que era difícil recalcitrar (revoltar-se; rebelar-se, dar coices), contra os aguilhões (autoridade divina) (Atos 9.5) Imediatamente Paulo caiu no chão e reconheceu Jesus como Senhor.  Em seguida, deu-se início ao tratamento de Paulo. O que precisava aprender aquele que tinha livre trânsito nas salas dos governadores e dos sumos-sacerdotes? O que precisava aprender aquele que fora instruído aos pés de Gamaliel, o homem mais sábio de sua época e que podia se comunicar livremente com qualquer estrangeiro do seu tempo? O que precisava aprender aquele que não parava de ameaçar e perseguir a igreja, por considerá-la a escória da humanidade?  A resposta é simples: Paulo precisava aprender a obedecer. A obediência era o ponto de partida não só para a restauração como para a confirmação da conversão de Paulo e posteriormente do seu ministério. Não nos esqueçamos de que foi ele quem escreveu a carta aos romanos. No momento em que foi salvo por Jesus, Paulo reconheceu a autoridade de Deus. Prova disso foi a sua atitude de submeter a sua vida a um cristão simples de Damasco chamado Ananias.  Ananias é mencionado na Bíblia apenas uma vez. Humanamente não se tratava de um ilustre catedrático ou um respeitado homem de negócios. Era apenas um cristão cheio do Espírito Santo, cuja vida estava em total submissão a Deus.
Como pode Paulo, que era formado e capacitado dar ouvidos às Palavras de Ananias – um ilustre desconhecido? A resposta é: o conhecimento da Autoridade Espiritual. Se Paulo não tivesse tido um encontro com a Autoridade na estrada de Damasco jamais teria se sujeitado a Ananias.  Isto nos faz aprender mais um princípio: Todo aquele que conhece a autoridade lida com a autoridade e não com o homem. Não consideramos o homem, mas a autoridade investida nele. Não obedecemos ao homem, obedecemos à autoridade de Deus que está nesse homem.  Isto deve responder às nossas posturas equivocadas diante de um governante calhorda, de um pai estúpido, de um líder espiritual hipócrita ou de um policial que abusa da sua autoridade.  Certa vez, perguntaram a um grupo de membros de igreja: “Você é submisso aos seus líderes?”.

As respostas mais comuns foram: ”Se eu achar que devo, sim”; “Se eles fizerem por onde merecer, sim”; “Se os líderes procurarem viver de acordo com a vontade de Deus, sim”.
O nosso erro está em sempre atrelar a nossa obediência a homens e não a Deus. Com isso damos lugar à rebeldia, alimentamos a desordem e saímos do propósito de Deus.  O que seria da família se os filhos só obedecessem aos pais que nunca cometeram erros? O que seria da nação?

NÃO PODEMOS ESQUECER DISSO: O princípio da Obediência não tem a ver com os homens, mas com Deus.
Um irmão querido me perguntou esta semana, o que fazer quando um pai ou uma mãe diz para o filho a não vir mais para a igreja. Esse filho deve obedecer aos pais? Claro, eu respondi. Então a pessoa me disse: Mas Jesus não disse que aquele que não deixar pai e mãe por amor a ele não é digno dele? Sim. Respondi. Mas não confundamos Jesus com a instituição chamada “igreja”. Jesus irá resolver o problema desta pessoa, não porque ela foi fiel à igreja, mas porque foi obediente ao princípio da Autoridade Espiritual.  Posteriormente veremos como Davi se relacionou com o princípio da Autoridade. Quando Saul perseguia Davi teve oportunidades de sobra para aniquilar com a vida de Saul. Os seus guerreiros lhe disseram destas chances. Mas qual foi a resposta de Davi? “Longe de mim, tocar a mão no ungido do Senhor”. Todos sabemos que Saul já não merecia mais nenhum respeito, nem como rei nem como homem. Mas Davi naquele momento não estava lidando com o homem, estava lidando com a Autoridade de Deus que ainda estava naquele homem. O povo e o próprio Deus já haviam escolhido Davi como sucessor de Saul. Mas o trono ainda não havia sido passado oficialmente a Davi. Portanto, Saul ainda era a autoridade.

 

 

O EXEMPLO DE JESUS

 

 

Vemos em Filipenses 02:08 que Jesus foi obediente até a morte na cruz; naquele tempo a maneira mais vergonhosa de morrer.
No Jardim do Getsêmani Jesus buscou o Pai em oração a ponto de o seu suor se transformar em gotas de sangue. Jesus estava sendo fraco, tampou estava com medo da cruz. A sua condição no Getsêmani fundamentava-se no princípio de 1 Samuel 15:22, que diz que para Deus obedecer é melhor do que sacrificar. É a vontade de Deus que Jesus está procurando compreender e não a intensidade do sacrifício.  A vida de Jesus sempre esteve centrada na vontade do Pai. Sinceramente ele ora: “Se é possível, passe de mim este cálice; não seja, porém, como eu quero, mas como tu queres”.
Veja: A vontade de Deus é que é absoluta. Não o cálice (a crucificação). Antes de conhecer a vontade de Deus, o cálice e a vontade de Deus eram duas coisas distintas. Contudo, depois que Jesus compreendeu que o cálice estava dentro do propósito de Deus, a vontade de Deus e o cálice se tornaram uma só coisa. Quem, naquele momento, exercia autoridade sobre Jesus, a vontade de Deus ou a cruz? Claro, a Vontade de Deus.No cristianismo, a cruz é o ponto culminante. Mas é em função de Deus ter decidido que fosse. Antes de Jesus e depois dele, muitos morreram crucificados. O que tornou a cruz um símbolo marcante foi porque aprouve a Deus que o seu filho morresse na cruz pelos nossos pecados. Para Jesus, importante não era morrer dessa ou daquela maneira; importante era estar no centro da vontade de Deus. Não era o sacrifício, era a autoridade de Deus sobre a sua vida. Este foi um princípio que o acompanhou durante todos os seus dias aqui na terra.

 

 

A ATITUDE DE JESUS DIANTE DOS TRIBUNAIS

 

 

 

Mateus 26 e 27 registram o duplo julgamento que Jesus enfrentou após o seu aprisionamento. Diante do sumo sacerdote ele recebeu julgamento religioso e diante de Pôncio Pilatos recebeu julgamento político. Quando foi julgado por Pilatos (Mateus 27), o Senhor não respondeu nada, pois se encontrava sob jurisdição terrena. Mas quando o sumo sacerdote o conjurou pelo Deus Vivo, então ele precisou responder às perguntas que estavam sendo feitas. Isto é obediência à autoridade.  Aqui está a segunda consideração que precisávamos fazer acerca deste princípio: Todo aquele que conhece a autoridade lida com a autoridade e não com o homem.

 

CONCLUSÃO

Vamos concluir a mensagem de hoje pensando nas palavras do pastor chinês Watchman Nee: Há dois importantes aspectos no universo: confiar na salvação de Deus por meio de Jesus Cristo e obedecer à sua autoridade. Confiar e Obedecer.   A Bíblia define o pecado como transgressão, 1João 03:04. Em Romanos 2.12, a palavra “sem” lei é o mesmo que “contra” a lei.  A transgressão é desobediência à autoridade de Deus; e isto é pecado. Pecar é uma questão de conduta, mas transgressão é uma questão de atitude do coração.  O presente século caracteriza-se pela transgressão, e logo o fruto desse pecado aparecerá. A autoridade no mundo está sendo cada vez mais solapada até que, finalmente, todas as autoridades sejam destruídas e a transgressão governe. Saibamos que no universo existem dois princípios: o da autoridade de Deus e o da rebeldia satânica.   Não podemos servir a Deus e simultaneamente andar pelo caminho da rebeldia. Satanás ri quando uma pessoa rebelde prega a palavra, pois nessa pessoa habita o princípio satânico.  O princípio do serviço tem de ser a autoridade, se obedecemos ou não a autoridade de Deus”.  Na palavra de Deus há linhas específicas de autoridade que devemos obedecer para não estarmos em rebeldia contra o próprio Deus:
1. Em relação a Deus, Daniel 09:05,09,
2. Ao governo civil, Romanos 13:01,07 - 1Timoteo 02:01,04 - 1Pedro 02:13,17,
3. Aos pais, Efésios 06:01,03,
4. Esposa em relação ao marido, 1Pedro 03:01,04,
5. Ao patrão, 1Pedro 02:18,23,
6. Aos líderes da igreja, Hebreus 13:17,
7. Uns aos Outros, Efésios 05:21.

 

 

A Importância de Estar Debaixo da Autoridade Espiritual

 

 

Exodo 33:11

Int.- Este tema é de suma importância no mundo em que vivemos. Porque estamos vivendo num mundo repleto de Autoridades. Nascemos debaixo de autoridade, crescemos sob autoridades diversificadas. A existência de Deus já propõe o principio da Autoridade. Deus é a fonte de toda a Autoridade no universo. O próprio Deus estabeleceu este sistema de autoridade a fim de se manifestar. Onde quer que as pessoas encontrem autoridade encontram Deus.

Romanos 13:01

 Toda alma esteja sujeita às autoridades superiores; porque não há autoridade que não venha de Deus; e as autoridades que há foram ordenadas por Deus.Uma das grandes dificuldades das pessoas hoje é aceitarem e respeitarem as autoridades; isto se dá também no meio cristão de as pessoas aceitarem a autoridade espiritual delegada por Deus na Sua Igreja.Se honramos a autoridade do Senhor sobre as pessoas, os outros respeitarão a autoridade do Senhor em nós.Muitos cristãos nos dias de hoje dizem que esse tema não está na Bíblia, por isso não aceitam e nem respeitam. Mas justamente é o contrário, a Bíblia mostra através das histórias dos homens de Deus citados, esse tema de forma abrangente. Deus respeita os princípios que Ele estabeleceu na Sua Palavra.Tenho aprendido que se você quiser ser uma autoridade espiritual, terá que se submeter a uma autoridade espiritual.

I - Josué, Um Líder Sujeito à Autoridade Espiritual.

Josué foi um líder, um obreiro de grande sucesso e prosperidade no seu ministério, porque ele aprendeu a estar sujeito à Autoridade Espiritual.  O significado do nome Josué é “Jeová é Salvação”. O nome Josué é a forma hebraica do nome Jesus.

- Uma grande característica observada em Josué é que ele foi um homem que aprendeu, percebeu, entendeu e se submeteu à autoridade espiritual.

 

O que significa Autoridade Espiritual?

 

 

É o revestimento que Deus concede a uma pessoa para que ela cumpra o propósito divino. Deus reveste alguém com o seu poder, com a sua autoridade para que esta pessoa, realize uma tarefa específica na Sua Obra.

- Autoridade Espiritual está dentro da órbita da soberania de Deus.

- Só Deus pode tornar alguém uma Autoridade Espiritual.

Efésios 04:11

 E ele mesmo deu uns para apóstolos, e outros para profetas, e outros para evangelistas, e outros para pastores e doutores.

- Aqui diz ele mesmo deu.

- Deus outorgou autoridades na Sua Igreja.

- Quer dizer são autoridades delegadas por Deus.

Hbreus 05:04

 E ninguém toma para si essa honra, senão o que é chamado por Deus, como Arão.

- Deus escolhe na sua soberania ministros para o servirem na sua obra, e delega a eles autoridade espiritual.

- São homens normais, só que estão revestidos de autoridade espiritual; estão delegados por Deus para cuidarem da sua obra.

Salmos 105:15

 Não toqueis nos meus ungidos e não maltrateis os meus profetas.

- A autoridade espiritual precisa ser obedecida e respeitada.

Hbreus 13:17: Obedecei a vossos pastores e sujeitai-vos a eles; porque velam por vossa alma, como aqueles que hão de dar conta delas; para que o façam com alegria e não gemendo, porque isso não vos seria útil.

- Amados, quando o crente reconhece a autoridade espiritual, respeita e obedece, ele é grandemente abençoado.

- Amados, Deus respeita o principio que Ele estabeleceu.

- Nas Cartas as Igrejas da Ásia que estão no Apocalipse, Jesus se dirige ao anjo da Igreja, quer dizer, ao pastor da Igreja.
- Quando honramos a autoridade espiritual somos grandemente abençoados.

- O crente precisa aceitar e respeitar toda a autoridade espiritual delegada na Igreja.

- Seja o Pastor; a Pastora; a Missionária; o Evangelista; o Presbítero; o Diácono; a Diaconisa; o Cooperador; a Cooperadora; o Professor ou a Professora da Escola Dominical; o Regente do Coral; a Regente da Orquestra; a Líder da Mocidade; o líder do Grupo Sol da Justiça; dos Adolescentes; das Crianças, etc.

- Todos são autoridades delegadas pelo Pastor e que tem a benção de Deus.

- Quando você não respeita e não obedece a um destes líderes, você está desrespeitando o Pastor e o próprio Deus.

- Toda a Igreja funciona debaixo desta cadeia de autoridade.

- O Pastor Mike Murdok disse: A unção que você respeita é a unção que vai crescer em sua vida.

- Aquele que não respeita e nem reconhece a autoridade espiritual, nunca será uma autoridade espiritual bem sucedida.

 

Características da Vida de Josué Sob a Autoridade Espiritual.

 

 

1-Obediência.

- A primeira vez que aparece o nome de Josué na Bíblia.

Êxodo 17:09

Pelo que disse Moisés a Josué: Escolhe-nos homens, e sai, e peleja contra Amaleque; amanhã, eu estarei no cume do outeiro, e a vara de Deus estará na minha mão.

V.10: E fez Josué como Moisés lhe dissera.

- Josué obedeceu. Moisés deu uma ordem e Josué obedeceu.

- A obediência caracteriza toda pessoa que reconhece a Autoridade Espiritual sobre a sua vida.

- Lembre-se disso: obedecer é a primeira característica.

 

2- Predisposição para Servir.

- Josué não somente obedecia, ele também era um servidor.

Êxodo 24:13

E levantou-se Moisés com Josué, seu servidor; e subiu Moisés o monte de Deus.

- Josué era um servidor de Moisés.

Josué 01:01: E sucedeu, depois da morte de Moisés, servo do Senhor, que o Senhor falou a Josué, filho de Num, servo de Moisés, dizendo:

- Aqui não diz que Josué era servo de Deus, mas que Josué era servidor de Moisés.

- Tem muito crente que diz que não obedece a homem, que só obedece a Deus.

- Mas foi Deus que levantou homens com autoridade espiritual.

 

3- Querer Estar Junto de Moisés.

- A terceira característica de uma pessoa que reconhece o que é Autoridade Espiritual: É querer estar junto dessa Autoridade Espiritual.

- Quem tem esse nível de entendimento quer sempre estar junto daquele que tem Autoridade Espiritual.

- A onde Moisés ia Josué sempre o acompanhava. No meio da tenda, no Monte, no meio da Congregação, não importava aonde.

V.11: Mas o moço Josué, filho de Num, seu servidor, nunca se apartava do meio da tenda.

 

4- Foge de Conspiração.

- O crente que está debaixo de autoridade espiritual, não participa de conspiração contra Autoridade Espiritual, nem de grupos de rebeldia.

- Se você quer ter sucesso na sua vida, caia fora de todo e qualquer ato de rebeldia contra seu Pastor, contra obreiros, ou contra qualquer lideres de departamentos da igreja.

- Quando dez dos doze espias que foram espiar a terra de Canaã, falaram negativamente, Josué e Calebe falaram em conquistar a terra. O povo quis apedrejá-los, porém Deus interferiu e não deixou.

Conclusão: O crente está abençoado quando está debaixo de autoridade espiritual.

- Todo o crente precisa ter uma Igreja para congregar, tomar a Santa-Ceia e um Pastor para obedecer.

- Na Dispensação da Graça ou Dispensação da Igreja, o crente precisa fazer parte da Igreja e submeter-se a ela.

- Foi Deus que fez assim.

 

 

A Autoridade Espiritual do Cristão

 



 

Observando a existência de uma grande necessidade de informações sobre o funcionamento da autoridade espiritual e não conhecendo escritos significativos nessa área, tentei oferecer uma descrição desse conceito. O material a seguir foi desenvolvido ao longo de vários anos de estudo e de aconselhamento envolvendo situações em que a autoridade era uma parte vital da solução dos problemas espirituais.  Após buscar a Deus em muita oração, o autor acredita que este material é consistente com a Palavra de Deus e pode ser uma ajuda real para aqueles que usarão os conceitos aqui apresentados, juntamente com a própria Palavra de Deus. Que o leitor encare com seriedade os conceitos apresentados. Existe muita coisa em jogo para deixar de se satisfazer com a total apropriação dos benefícios que Deus tornou disponíveis para o crente.As Escrituras são muito claras na definição de uma posição de autoridade. Conforme apresentado nas Escrituras, isso é mais uma posição de responsabilidade do que de poder. Paulo declara a existência e coloca em perspectiva a autoridade e o poder do cristão, quando diz:"Porque, ainda que eu me glorie mais alguma coisa do nosso poder, o qual o Senhor nos deu para edificação, e não para vossa destruição, não me envergonharei." 2 Coríntios 10:08."Assim nós, sendo-vos tão afeiçoados, de boa vontade quiséramos comunicar-vos, não somente o evangelho de Deus, mas ainda as nossas próprias almas; porquanto nos éreis muito queridos. Porque bem vos lembrais, irmãos, do nosso trabalho e fadiga; pois, trabalhando noite e dia, para não sermos pesados a nenhum de vós, vos pregamos o evangelho de Deus. Vós e Deus sois testemunhas de quão santa, e justa, e irrepreensivelmente nos houvemos para convosco, os que crestes. Assim como bem sabeis de que modo vos exortávamos e consolávamos a cada um de vós, como o pai a seus filhos; para que vos conduzísseis dignamente para com Deus, que vos chama para o seu reino e glória." 1 Tessalonicenses 02:08,12.    Nesses versos Paulo diz claramente que recebeu poder de Deus e que o propósito desse poder é a edificação da igreja. Ele descreve sua preocupação pela igreja e como trabalhou em favor dos convertidos, como um pai faria. Descreve como procedeu para o benefício daqueles que receberam o evangelho. Ele também demonstrou o funcionamento de uma autoridade espiritual quando, em 1 Coríntios, "entregou certa pessoa a Satanás para a destruição da carne..." A partir dessa e de outras Escrituras, fica claro que Deus estabeleceu posições de autoridade.  A autoridade tem um requisito de responsabilidade nos reinos natural e espiritual. A autoridade na família é representada pela preocupação e pela proteção dos membros. Inclui proteger, ensinar, aconselhar e prover as necessidades da família. Os aspectos espirituais dessas responsabilidades precisam ser atendidas, bem como as seculares.  O requisito secular da autoridade cristã é primeiramente serviço; isto é, amar, sustentar, preocupar-se, instruir e atender às necessidades da família. O conceito de um domínio autocrático no lar é totalmente contrário ao conceito adequado da autoridade cristã. A autoridade não é superioridade. No que se refere a Deus, somos todos iguais diante dele, e isso inclui suas considerações pelo homem e pela mulher. O Senhor considera o casamento cristão como uma parceria. Ele atribuiu responsabilidades diferentes ao marido e à mulher, mas isso não torna a mulher menos importante. Existem muitos países no mundo em que o marido tem uma posição de autoridade no lar e a mulher é tratada como uma escrava. Esse conceito não é da criação; é da queda. Você não encontrará o cristianismo verdadeiro nos países em que essa situação existe.  Não é Deus, mas sim Satanás, que trabalha para colocar as mulheres em sujeição aos homens. Até mesmo dentro da igreja cristã, entrentanto, o conceito que o homem é o dominador do lar pode ser encontrado. É uma perversão das Escrituras, pois Deus indica claramente que o homem deve ser o protetor e o provedor da família.  A Bíblia declara que, em um casamento, a primeira preocupação do homem deve ser com sua mulher. A mulher, por sua parte, deve compreender e se apropriar da cobertura da autoridade para que ela seja plenamente eficaz. Sob essa cobertura, ela pode ser uma parceira ativa no funcionamento da autoridade na família. Isso é de especial importância quando existem crianças no lar, pois haverá ocasiões em que a mãe precisará resistir a Satanás na ausência do pai.  Existem muitos bons livros disponíveis sobre as relações marido/mulher no contexto secular. A área onde há uma falta de ensino, ou pior, onde há um falso ensino, é no que se refere aos aspectos espirituais do casamento e da conduta da família.   O casamento foi estabelecido por Deus e, portanto, está sujeito aos critérios que ele determinou. O casamento cristão é uma aliança entre três partes. O marido e a mulher são os participantes óbvios; no entanto, o Senhor também participa na aliança. Os votos são feitos diante dele e debaixo da sua autoridade. Assim, o Senhor não somente tem um forte desejo que a aliança do casamento seja mantida, como também tem um interesse investido no casamento. Deus tem um compromisso de sustentar a aliança do casamento.   Com todo o ataque que Satanás lança contra o casamento hoje, precisamos de toda a ajuda que pudermos conseguir. Todavia, se você não fizer do Senhor parte da solução quando houver alguma dificuldade, está negligenciando seu recurso mais valioso. Para aqueles que invocam ao Senhor, ele honrará seu compromisso com o casamento, trazendo seu poder e autoridade para ajudar de acordo com as solicitações feitas.Uma vez que esses critérios estejam estabelecidos, podemos começar a olhar para o conceito de autoridade no lar. Para que o cabeça do lar possa proteger os membros da família dos ataques satânicos, o Senhor proveu um acesso especial ao seu poder na posição de autoridade. Esse é um poder espiritual a ser utilizado para enfrentar os esforços que Satanás faz para influenciar os membros da família. Como somente a Palavra de Deus pode equipar alguém para operar adequadamente nessa posição, é necessário que cada um em posição de autoridade cristã examine as Escrituras para compreender a conduta e as responsabilidades associadas com essa posição. As Escrituras declaram uma progressão da autoridade:

 

 

SUBMISSÃO - UM PRINCÍPIO DE DEUS

 

 

Estudar sobre Autoridade Espiritual pode parecer a alguns que se trata de um tema seco, mas a essência da própria espiritualidade está na relação certa de obediência a Deus. O Senhor age a partir do seu trono que está estabelecido sobre a sua autoridade. Isto é básico e coloca tudo como Deus quer.Louvar, orar, jejuar ou fazer qualquer coisa sem submissão não tem valor para Deus. É mecânico e sem vida.

 

I. Princípio Divino:

Deus é autoridade em si mesmo, e tudo que no mundo (cosmos) existe é sustentado pela palavra do poder de sua autoridade, Hebreus 01:03: “O qual, sendo o resplendor da sua glória, e a expressa imagem da sua pessoa, e sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder, havendo feito por si mesmo a purificação dos nossos pecados, assentou-se à destra da majestade nas alturas”.  Nada sobrepuja a autoridade de Deus no universo.Logo, é indispensável, para todo aquele que deseja cooperar com o Senhor, conhecer a autoridade de Deus.Entrar em contado com a autoridade do Senhor é o mesmo que entrar em sintonia direta com Deus.  A maior das exigências que Deus faz ao homem não é a de carregar a cruz, servir, fazer ofertas, ou negar-se a si mesmo. A maior das exigências é que obedeça"Tem porventura o Senhor tanto prazer em holocausto e sacrifícios quanto em que se obedeça a sua palavra? Eis que o obedecer é melhor do que o sacrificar, e o atender melhor do que a gordura de carneiros. Porque a rebelião é como o pecado de feitiçaria, e a obstinação é como idolatria e culto a ídolos do lar. Visto que rejeitaste a palavra do Senhor, ele também te rejeitou a ti, para que não sejas rei." 1 Samuel 15:22,23. Diante disso, rejeitar uma ordem de Deus é o mesmo que ir contra o próprio Deus. No Reino de Deus está implícita a Dependência. Dependência a tudo que o Senhor determina, isto é, sendo-lhe completamente submisso. Jesus prega o Evangelho do Reino porque conhece o problema principal do homem: a sua independência para com Deus.

 

II. Princípio Satânico:

"O arcanjo transformou-se em Satanás quando tentou usurpar a autoridade de Deus, competir com Deus, e assim se tornou um adversário de Deus. Foi a rebeldia que provocou a queda de Satanás" Isaias 14:12,15 - Ezequiel 28:13,17.

A intenção de Satanás de estabelecer o seu trono acima do trono de Deus foi o que violou a autoridade do Senhor. O princípio de rebelião é passado a todos os homens depois da queda de Adão. Este princípio o Senhor abomina: é como feitiçaria.Sempre que alguém peca contra a autoridade de Deus, peca diretamente contra o Senhor. Não podemos permitir espaço para rebeldia em nossas vidas. Temos que vivê-las em completa santidade, assim como Jesus, que em nada foi rebelde ao Pai. Ele vivia, como vive, para agradar ao Pai e em tudo lhe ser submisso.

 

III. Autoridade Delegada:

Romanos 13:01 - O princípio de autoridade delegada é que rege todas as relações do homem com o homem, bem como do homem para com Deus. Todas as coisas estão debaixo deste princípio, nada está solto. Este é um princípio de ordem e paz, nunca de confusão. Deus assim criou todas as coisas, mas ao rebelar-se, Lúcifer gerou a confusão. E, pior, está levando todos os homens a viverem debaixo do princípio de rebelião.Como funciona o princípio de autoridade delegada? Na Trindade temos que o Pai é igual ao Filho, que é igual ao Espírito Santo. Na essência os três são iguais. Todavia, o Pai, o Filho e o Espírito Santo são diferentes nas funções.

O Pai enviou o Filho, Joao 04:34.
O Filho veio, Joao 16:28.
O Filho foi obediente ao Pai, Joao 08:29.
O Filho enviou o Espírito Santo, Joao 15:26 e 14:26.
O Espírito Santo veio, Atos 02:16,17.

O Espírito Santo é obediente ao Filho, Joao 16:12,15.

A Trindade é a fonte de toda a verdade. Este princípio divino é encontrado em todas as relações estabelecidas por Deus. Temos que numa família o pai é igual â mãe, que é igual aos filhos. O ocorre que na família, o pai é o cabeça e a mãe a ajudadora. Eles são iguais, têm o mesmo valor para o Senhor, mas têm funções diferentes.

Há uma tendência de se pensar que se submeter é ser inferior. Jesus nunca foi inferior ou menor que o Pai pelo simples fato de lhe ser submisso. Pelo contrário, Jesus Cristo tem o nome que está acima de todo nome, Filipenses 02:09. Temos que entender que entre iguais há uma relação de autoridade e submissão. Isto faz parte da ordem divina. As autoridades delegadas estão em todas as áreas de nossas vidas. Um discípulo do Senhor deve, onde estiver, procurar saber quem é a autoridade delegada para a ela se submeter.

 

A. Deus Delega Autoridades em Todas as Áreas da Vida:
Civil: Romanos 13:01,03.
Trabalho: Efésios 06:05,06 -  Tito 02:09,10 - 1 Timóteo 06:01,02.
Família: Efésios 05:22,24 - Efésios 06:01,04.
Igreja: 1 Corintios 12:28.

Todo discípulo do Senhor, onde estiver, procura saber quem é a autoridade, para a ela se submeter. Não há espaço para o "super-espiritual".

 

B. O Problema do Super-Espiritual:

Quem é este ? É aquele que aparenta espiritualidade, mas esconde uma grande rebelião e que traz muito dano ao corpo de Cristo. O super-espiritual costuma dizer: "Eu só obedeço a Cristo, o Senhor. Não estou sujeito a nenhum homem!" Isto é loucura. Toda vez que se diz "Deus, quero te obedecer", o Senhor responde bem claro e preciso: "Ótimo! Então, obedeça ao teu marido, teu pai, teu chefe, teu pastor!" Aí aparece o super-espiritual declarando: "Não, eu só obedeço ao Senhor, a ninguém mais. Só obedeço o que tu me falares pessoalmente!" E, o Pai, responde com toda firmeza: "Mas o meu desejo é que me obedeças através deles". Regularmente escutamos esta outra resposta: "Você não sabe quem é o meu marido, pai, chefe". Ou ainda: "Meu marido é um alcoólatra, meu pai é incrédulo…" É inadmissível declarar obediência a Deus e não às autoridades por Ele delegadas. Sempre que obedecemos às autoridades delegadas estamos submissos a Deus, estamos agradando ao Pai. Obedecer somente quando se concorda não é espírito de submissão. É rebeldia e independência. Importa que, concordando ou não com a ordem, a obedeçamos de coração. É assim que se age perante Deus. Enquanto não reconhecemos as autoridades delegadas sobre nós, não chegaremos à maturidade nem ao alvo. Precisamos de guias que nos levem pelas mãos, para que não fiquemos no caminho, sem atingirmos o alvo: "...jazem nas estradas de todos os caminhos, como o antílope na rede", Isaias 51:17,20. Os homens esperam que a igreja apareça e os tome pelas mãos, guiando-os, levando-os pelo caminho em que devem andar.

 

IV. Submissão, um Princípio de Deus

A. O que é Submissão? Não é mera obediência externa, nem tão pouco quando controlado. Submissão é prestar obediência inteligente a uma autoridade delegada. É exteriorizar um espírito submisso, mesmo quando ninguém está por perto. É renunciar à opinião própria quando se opõe à orientação daqueles que exercem autoridade sobre nós.

Quando é que aprendemos o que é a submissão? Quando é que nos convertemos? Quando aceitamos o senhorio de Cristo sobre nossas vidas. Quando verdadeiramente renuncio a tudo o que tenho, nego a mim mesmo , tomo a cruz e sigo ao Senhor. Sigo submisso às direções e orientações que recebo das autoridades delegadas. "Tende em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus", "antes a si mesmo se esvaziou"... "a si mesmo se humilhou", "tornando-se obediente até a morte, e morte de cruz", Filipenses 02:05,08.

Só existe um caminho para a submissão, andar como Cristo andou 1 Joao 02:06. Ele é o nosso modelo. E, "embora sendo Filho (Jesus homem), aprendeu a obediência pelas coisas que sofreu", Hebreus 05:08.  Sem submissão jamais chegaremos ao alvo. Nem estaremos sendo cooperadores do Senhor. Se alguém é independente, rebelde, não é membro do corpo, pois sendo membro será sempre dependente, submisso. Como pode um membro subsistir no corpo se não se submeter às ordens da cabeça? Assim também nós não podemos subsistir no corpo de Cristo se não formos sujeitos as autoridades delegadas. Quando uma mulher não se submete ao seu marido, ou quando um filho não obedece ao seu pai, ou quando o empregado não acata a ordem de seu chefe, ou quando o discípulo não se submete aos autoridades, é porque estão cheios de si mesmos. Quem está cheio de Cristo está cheio de obediência. O evangelho do reino aniquila com a independência do homem, bem como com a rebeldia: faz do homem um Ser submisso.

 

B. Os Frutos da Sujeição. Quando o homem vive no princípio de submissão às autoridades delegadas por Deus, ele desfruta de benefícios desejados por todos os homens, a saber:
paz, ordem e harmonia no corpo de Cristo;
edificação e formação de vidas;
unidade e saúde na igreja;
cobertura e proteção espiritual.

 

V. Autoridades Delegadas na Igreja.

A igreja de Cristo é governada por Cristo e, não, pelo povo. Não existe democracia na igreja, porque a igreja não é do povo, é de Deus. O que existe é a teocracia: o governo de Deus através de suas autoridades delegadas.  É impossível edificar a alguém que não se submete à autoridade. Não há nada mais frustrante do que apascentar "cabras e bodes". Um filho espiritual obedece naturalmente.

 

A. Quem são as Autoridades Delegadas na Igreja?
Cristo : Efésios 01:20,22.

Palavra : Mateus 07:24 - Joao 15:10 - Colossences 03:16,17. Ninguém pode dizer que é submisso a Cristo e sua igreja se não obedece à palavra do Senhor.

Apóstolos : Atos 02:42 - Atos 20:17 – 2 Tessalonisences 03:04,06,10,12 – 2 Corintios 11:34 – 2 Corintios 16:01 - Tito o1:05.

Os apóstolos determinavam a doutrina e usavam amplamente a autoridade que Deus lhes havia outorgado. A igreja continua necessitando desse ministério. Continua precisando que os apóstolos ordenem tudo, estabeleçam o reino de Deus com clareza e firmeza.

Pastores : Efésios 04:11 – 1 Timóteo 05:17. Estes, como os apóstolos, profetas e evangelistas, são ministérios específicos de governo e têm a responsabilidade de manterem o ensino, a visão, a doutrina sempre firmemente claros, cuidando para que não percam sua consistência, e fiquem fofos.

Paterna : Efésios 05:22,24 – 06:01,03 - 1Corintios 11;03. O homem é o cabeça, autoridade delegada por Deus no seu lar, isto porque o Senhor assim o constitui para o desenvolvimento harmônico da família. O homem não deve ser "ditador" nem tão pouco um "frouxo". Ele deve ordenar, governar sua casa dentro dos princípios divinos, com amor. O cabeça deve sempre procurar escutar o ponto de vista de sua esposa. E a mulher deve deixar com o marido a responsabilidade da decisão. A mulher e os filhos precisam da proteção e da autoridade do esposo e pai em todas as áreas de suas vidas. É assim que Deus determinou, mesmo que ele, marido ou pai, seja incrédulo.

Guias : 1Co 16:16 - 1Tesalonicenses 05:12,13 - Hbreus 13:17. Todos devem estar ligados por "juntas" ou "ligamentos", no corpo de Cristo, 1Corintios 12:12,13. São estes que nos unem ao corpo, nos presidem e nos fazem conhecer as ordens do cabeça, nos ensinam e nos conduzem, guiando-nos no caminho do Senhor , sem necessariamente serem pastores. Isto faz um corpo coeso e firme.

Uns Aos Outros : Efésios 05:21 - 1Pedro 05:05. Isto embeleza a casa de Deus. Livra a igreja de uma hierarquia religiosa. Todos se comunicam entre si compartilhando a palavra do Senhor, aconselhando ou mesmo corrigindo uns aos outros.

 

B. Estar Sob Autoridade Realça a Personalidade Ser submisso não aniquila, nem castra a personalidade de ninguém.

Pelo contrário, realça a vida de qualquer um. Cristo foi o tempo todo submisso, humilde, sempre servindo. E o que ocorreu com Ele? Jesus Cristo recebeu o nome que está acima de todo nome, Filipenses 02:09.

"As palavras que vos digo não vos digo por mim mesmo", Joao 14:10. Os escribas eram "papagaios", mas Jesus tinha autoridade porque estava sob a autoridade do Pai, Marcos 01:22. A autoridade que tinha para perdoar os pecados vinha da submissão ao Pai, Marcos 02:10. A autoridade dinâmica que Jesus teve extrapolou as tradições. Teve coragem para isto, porque estava sempre sob a autoridade do Pai ex.: os cambistas no templo, Joao 02:13,16.  Deus quer uma família de muitos filhos semelhantes a Jesus, por isso nos coloca a todos sob o seu princípio de Autoridade e Submissão. Aleluia!

 

VI. Qual é o Propósito da Autoridade na Igreja?

Para cumprir a grande comissão: "Ide, fazei discípulos…", Mateus 28:19,20. A autoridade está para ensinar, educar na justiça, instar, aconselhar, ordenar, corrigir, consolar, repreender, disciplinar, animar e abençoar, 2Timóteo 02:02 – 03:14,17 – 04:01,04 - Tito 02:11,15 – 03:08,11.


VII. Ser Autoridade Delegada Por Deus Somente aquele que está sob autoridade na igreja poderá receber autoridade.

Não é possível ser autoridade e ser independente. O exemplo é o que respalda a autoridade.  No mundo, "os governadores dos povos os dominam" e "os maiorais exercem autoridades sobre eles", Mateus 20:25. Além do mais, são sempre servidos. No Reino de Deus, paradoxalmente, é bem diferente: a autoridade é para servir: "quem quiser ser grande entre vós. será o que vos sirva", Mateus 20:26,27.  A motivação da autoridade deve ser sempre o serviço. Não podemos usar a autoridade que recebemos em benefício próprio.  O princípio da autoridade deve ser respeitado e vivido quotidianamente, pois é um princípio de Deus que, praticado, é uma bênção. Abandonado, não respeitado, poderá redundar em maldição. Davi, submisso à autoridade de Deus, foi, por Ele, considerado o homem segundo o seu coração. Foi uma bênção.

"Todo homem esteja sujeito ás autoridades superiores; porque não há autoridade que não proceda de Deus; e as autoridades que existem foram por ele instituídas.", Romanos 13:01.

 

 

Principios de Autoridade e Submissão

 

 

Autoridade - palavra do grego, “ecsusia”, literalmente significa: autoridade, direito de dirigir. É traduzida como: autoridade, poder, jurisdição, autorização, direito, domínio, potestade, império, soberania, força. Aparece cerca de 99 vezes na Bíblia, sendo apenas 6 vezes no AT (ARA). Submissão – Ato de submeter-se a uma autoridade, aceitação de um estado de dependência, aptidão para cumprir uma missão. Prestar obediência consciente a uma autoridade delegada. Tanto devemos nos submeter à autoridade direta de Deus, como devemos nos submeter às autoridades delegadas por Ele.  Entendendo a autoridade de DEUS sobre tudo e todos.  Deus é o único que tem autoridade e o único que pode concedê-la. Isto significa que a autoridade que há no mundo provém de Deus. Deus tem autoridade direta ou seja Ele é o soberano não existe outra forma de autoridade maior que a DEle. O homem, só tem autoridade quando lhe é delegada, ou seja, recebe uma autorização para dirigir ou dominar algo. No entanto, só obedecerá à autoridade que Deus delegou aquele que reconhece e se submete à autoridade do próprio Deus.

Referências: Salmos 103:19 - Romanos 13:01 - Hebreus 01:03.  “Deus age a partir do seu trono, e o seu trono está estabelecido sobre a sua autoridade. Todas as coisas são criadas pela autoridade de Deus e todas as leis físicas do universo são mantidas através de sua autoridade. Por isso a Bíblia diz que Deus está "sustentando todas as cousas pela palavra do seu poder", o que significa que todas as coisas são mantidas pela palavra do poder de sua autoridade. Pois a autoridade divina representa o próprio Deus enquanto o seu poder se expressa apenas pelos seus atos...Só Deus recebe obediência irrestrita sem medida; qualquer pessoa abaixo de Deus só pode receber obediência restrita.” Watchman nee.   Entendendo o princípio da autoridade na família
É no ambiente familiar (pais e filhos) que se entende os princípios elementares da autoridade e da submissão. Geralmente pessoas que não tiveram uma orientação adequada na família sobre estes aspectos, terão sérios problemas de relacionamento interpessoal e dificilmente vão conseguir obedecer as leis, normas ou regras estabelecidas por qualquer que seja a autoridade.   Por que isso acontece? Porque na sua formação primária (infância, adolescência e juventude), os princípios básicos sobre obediência aos pais, lhes, foram mal transmitidos, negados ou negligenciados e há não observação destes, geram adultos com desvio de conduta moral (indisciplina, rebeldia, subversão e outros fatores).   É na família que se estabelece os fundamentos necessários para guiar a vida da humanidade. Foi o próprio Deus que a constitui, Genesis 02:24 e estabeleceu os níveis de relacionamento entre esposo e esposa, pais e filhos.

 

Princípios fundamentais de autoridade e submissão no relacionamento familiar:

 

 

O homem (pai) é a cabeça da família – Efésios 05:23,29 – Colossenses 03:19.

A mulher (mãe) auxilia o homem no governo da família – Genesis 02:18 - I Corintios 11:09 – Provérbios 12:04 - I Corintios 07:32,34.

Os filhos devem obediência aos pais – Exodo 20:12 - Exodo 21:17 - Deuteronomio 27:16 - Provérbios 23:22 – C0lossenses  03:20 - Efésios 06:01,03.

Os pais têm a missão de educar os filhos e lhes prover o sustento – Provérbios 22:06 - Efésios 06:04 - I Timóteo 05:08 - Mateus 07:09,11.

Entendendo o princípio da autoridade na Igreja (Corpo de Cristo).  As instituições religiosas são conhecidas como organizações que primam pela hierarquização da linha de comando. Geralmente nas igrejas tradicionais, segue-se um princípio hierárquico vertical de poder (algo semelhante ao regime militar) onde o pastor-presidente é o grau máximo dessa linha. Assim sendo é comum vermos estruturas eclesiásticas carregadas de cargos e funções que mais confundem do que ajudam os líderes e liderados. Confundem por que a linha de comando está equivocada, não sendo a melhor forma de autoridade e submissão para a Igreja. Já no modelo horizontal o comando é compartilhado e compreendido por todos, porém a figura do líder deve ser preservada e respeitada, pois a liderança está no centro da linha.  Geralmente na linha de comando vertical a autoridade máxima ou se comporta como uma espécie de “semideus” ou como aquela que sufoca, massacra e extermina qualquer um que se opor mesmo que construtivamente ao seu modelo de governo piramidal, onde ele é o topo e olha para todos do alto. Nas empresas privadas e públicas os líderes são levantados para serem servidos. Funciona assim: faça o que eu estou lhe mandando. Infelizmente o conceito cristão foi maculado por este sistema, e tem muitos pastores submetendo as “ovelhas a condições de cachorros adestrados”, e isto acaba gerando muitos traumas emocionais no rebanho. Já a linha horizontal, quebra a pirâmide e recoloca os líderes para atuarem como um corpo e não como um império. Todos servem a todos. Este princípio produz pastores e ovelhas servidoras. Quem ganha com isso?  O Reino de Deus! Na velha aliança os governos eram ditadores, e hoje, ainda há nações que são regidas assim. Na nova aliança, Cristo inaugurou o governo do SERVIR a todos.  A maior autoridade que já andou sobre esta terra JESUS CRISTO afirmou categoricamente: Mas Jesus, chamando-os a si, disse-lhes:...  E, qualquer que de entre vós quiser ser o primeiro, será servo de todos. Porque o Filho do homem, também, não veio para ser servido, mas para servir... Marcos. 10:44,45.

 


Princípios fundamentais de autoridade e submissão na Igreja.  A igreja é um ambiente onde aqueles que têm mais autoridade, devem usá-la para servir. Os pastores (líderes) não podem ser vistos como “chefes” ou “gerentes” e sim como orientadores espirituais, ou seja, devem apascentar, exortar, consolar e edificar segundo o modelo bíblico, mostrando o caminho onde as ovelhas devem andar e o pasto onde devem se alimentar.   O pastor não recebeu autoridade de Deus para tomar decisões pessoais em lugar das ovelhas, ele recebeu autoridade para ajudá-las a tomar decisões. Existem muitos líderes eclesiásticos que infligem este princípio e isto gera muitos conflitos individuais como coletivos, o diálogo sincero é arma que o pastor (ou líder eclesiástico em qualquer instância) deve usar para promover o relacionamento saudável.   E esta relação deve estar pautada nesses argumentos:  As ovelhas devem obediência e honra aos pastores e autoridades constituídas por Cristo – Romanos 13:01,07 - Hebreus 13:17 - 1 Tessalonicenses  05:12,12 - 1 Timóteo 05:17 - 1 Corintios 16:15,18. 

Devemos nos sujeitar uns aos outros em amor – Efésios 05:21 - Filipenses 02:03 - 1 Pedro 05:05.  

O pastor deve cuidar das ovelhas – Joao 10:11 - 1 Pedro 05:02 - Atos 20:28.  

Entendendo o princípio da autoridade no ambiente de trabalho.  As empresas têm evoluído muito no que compreende as relações de trabalho entre líderes e liderados.  E a cada dia que passa existem menos empresas gerindo seus negócios “com braço de ferro...”   É comum no mundo corporativo o interesse das empresas em ouvir os seus funcionários e clientes, para depois tomar decisões.   As organizações entenderam que as respostas para solucionar problemas ou alavancar os negócios, estão nas pessoas e não em sistemas fechados e mecanizados. Todavia independente do meio onde estivermos trabalhando a palavra no orienta da seguinte forma (analogia):

1 - Servir a empresa e os gerentes como quem serve a Cristo – Efésios 06:05,09.
2 - Servindo os líderes sem falsidade – Colossenses 03:22,23.
3 - Servindo os líderes com lealdade – Tito 02:09,10.  

Quando posso desobedecer os meus superiores na empresa?

Quando uma ordem ou uma missão coloca em xeque a minha fé, meus valores morais e espirituais e minha fidelidade a Deus e a palavra. Muito comum os líderes, quando estão na empresa e não querem nem receber nem atender ao telefone, autorizarem seus subordinados a mentirem, afirmando que eles estão em reunião...   Muito comum alguns líderes (gerentes, supervisores, etc ) por questões pessoais tentarem sabotar o trabalho ou denegrir a imagem de outro líder na empresa, para isto, tentam “comprar” os funcionários que intermediam os tais para atingir seus fins danosos.   Se você está numa posição de auxiliar, assistente ou cargos inferiores não venda a sua idoneidade cristã e não macule o seu caráter.  Mesmo que você seja demitido por andar em justiça, Deus é justo juiz, garantirá a sua provisão e a maldade dos ímpios se voltará contra eles. Referência: 1 Pedro 03:09,17 - Efésios 06:12 - 1 Tessalonicenses 05:15.

 

A autoridade do homem de Deus

 

 

Quando Deus criou o homem à Sua imagem e semelhança, tinha o propósito de fazê-lo cooperador no desenvolvimento do planeta.  Deu-lhe, portanto, domínio sobre a Terra, o ar e o mar.   Os que se arrastam pela terra não são só os animais que conhecemos, mas também o diabo e os seus demônios, pois, conforme registra a Palavra de Deus, foi a “serpente” que induziu Eva a cair.   O Senhor Jesus disse aos Seus setenta discípulos, quando voltaram da missão evangelística: “Eis aí vos dei autoridade para pisardes serpentes e escorpiões e sobre todo o poder do inimigo, e nada, absolutamente, vos causará dano.   Não obstante, alegrai-vos, não porque os espíritos se vos submetem, e sim porque o vosso nome está arrolado nos céus.” Lucas 10.19,20.  O homem permitiu ser dominado, ao invés de dominar a Terra.  O Senhor Jesus, então, veio a este mundo e nele instituiu a Sua Igreja, formada por novas criaturas.  Ele Se entregou por ela, salvou-a, purificou-a e deu-lhe autoridade, para que ela pudesse assumir a posição que o Pai dera a Adão: sujeitar a Terra! Ele agora espera que os homens de Deus venham a assumir esta autoridade e desbancar Satanás deste planeta!

 

Destituindo os principados

 

 

Quando Daniel terminou o pranto e o jejum de 21 dias, um anjo do Senhor veio a ele, dizendo que o príncipe do reino da Pérsia, ou seja, um principado do inferno, havia-lhe resistido todo aquele tempo, mas o anjo Miguel, um dos primeiros príncipes, tinha vindo ajudá-lo, e ele, então, obteve a vitória Daniel 10.   Isto significa que cada país tem o seu principado do inferno que o controla, sendo a autoridade máxima daquela nação enquanto o homem de Deus não tomar posição e o destituir. O apóstolo Paulo, que nos adverte a respeito da nossa luta ser contra os principados, as potestades, os dominadores e as forças espirituais do mal, garante-nos que o Senhor Jesus não só já despojou os principados e as potestades, Colossenses 02:15, mas também publicamente os expôs ao desprezo, triunfando sobre eles na cruz!   Isto quer dizer que aqueles que tomarem posse da autoridade do Senhor Jesus têm condições de destituir todo e qualquer principado, potestade, dominador e força espiritual do mal de qualquer país deste mundo!    Se o trabalho do homem de Deus não está tendo sucesso é porque ele não assumiu a autoridade que Deus lhe deu em Cristo Jesus. Ou então está permitindo ser dominado pelo principado da nação em que ele trabalha.  A verdade é que o diabo é perseverante na tentativa de destruir tudo aquilo que é de Deus.  A conquista do homem de Deus depende de a sua perseverança ser maior que a do diabo.  Somos a glória de Deus neste mundo; se o vencemos com a autoridade que Ele nos deu, Ele será glorificado.  Podemos estar absolutamente seguros de que há uma autoridade outorgada por Deus a todos os seres humanos sujeitos a Sua Palavra, e esta autoridade é justamente a unção de Deus.   Ser homem de Deus significa assumir a autoridade de Deus aqui e agora, neste mundo.  Aí está o segredo do sucesso de todos os heróis da Bíblia: eles assumiram a autoridade, ou unção, que Deus lhes delegou e tomaram atitudes.   O Senhor Jesus disse: “Na verdade, na verdade vos digo que aquele que crê em mim também fará as obras que eu faço, e as fará maiores do que estas, porque eu vou para meu Pai.” João 14;12.   Então, o mesmo poder, a mesma unção do Espírito Santo quando alguém assumir a autoridade de Deus nesta Terra para realizar a Sua vontade, então o inferno vai pegar fogo!  O diabo fugirá e as nações serão convertidas ao Criador!

 

 

Estudo realizado por Pastor Rogério Costa

Caxias do Sul – 12/04/15

 

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