Austeridade

 

O que é austeridade?

 

A palavra austeridade possui uma classificação gramatical sendo um substantivo feminino.  Referida palavra possui 11 letras, dentre elas vogais e consoantes.  As vogais são: a u e i já as consoantes são: s t r d.   Por outro lado, dita palavra pode ser escrita de outro modo, ou seja, ao contrário, ficando assim: edadiretsua.   Referida palavra refere-se a uma pessoa de comportamento ríspido.

 

Significado de austeridade

A palavra austeridade refere-se a simplicidade e moderação, assim como a observância rigorosa das normas morais por indivíduos.  A palavra é de origem latina austerita, constituída de dois componentes: “austerus”, que significa “qualidade” “duro e áspero” e do sufixo “ites” que significa expressar.    Em referência à definição dada à palavra, pode-se notar que o termo é usado para descrever pessoas, coisas, situações ou eventos, ou seja, uma coisa é austera quando as suas características não apresentam muita extravagância, mas muito pelo contrário, é muito simples, por exemplo, “a casa é austera”, isto significa que a decoração, móveis é muito simples.   Além disso, para a pessoa, o adjetivo austera é usado para descrever uma pessoa severa, rígida, sóbria e razoável, no caso de uma pessoa que reduziu seu consumo ou se privou do luxo, a fim de reduzir os seus custos e, em muitos casos, a pessoa tem uma boa situação econômica, mas prefere usar este estilo de vida pensando no futuro.   Ademais, dita palavra está ligada à frugalidade e ascetismo.   No entanto, a frugalidade é a qualidade de ser parcimonioso, moderado, por sua vez, o ascetismo é a renúncia dos prazeres de ordem econômica para levar à perfeição moral e espiritual.   Portanto, a austeridade é viver simplesmente e sem qualquer luxo.   No entanto, o termo rigor é utilizado como sinônimo de: gravidade, a intensidade, a dureza, rugosidade, entre outros.    Além disso, alguns antônimos da palavra austeridade são: abundância, riqueza, desperdício, e assim por diante.   Finalmente, o oposto de austeridade é o desperdício, é por isso que a austeridade é uma virtude, que controla as despesas individuais, uma vez que ninguém deve possuir propriedade da dívida, compra ou um estilo de vida de luxo em um determinado momento da sua vida que não pode adquirir.  Em referência ao acima, é o caso da política, como um país que deve incentivar promover a riqueza através de diferentes políticas financeiras e não por meio de dívidas externas que causem a ruína de um país. Nesse caso, a austeridade econômica é um tipo de política usada pelos governos em crise econômica, que é o fato de possibilitar a redução do déficit público através da redução dos serviços públicos e benefícios concedidos ao povo, conseguindo deflação de custos e aumento dos pagamentos de imposto pelos indivíduos.  No entanto, a política de austeridade é exigido pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), em que, como foi dito anteriormente é utilizado a fim de reduzir os gastos públicos, a fim de pagar dívidas, portanto, é uma política rigorosa de limitação do consumo privado e público.

 

Os quatro tipos de austeridade - por que o governo cortar gastos é positivo para a economia.

 

 

Quem acompanha a situação europeia exclusivamente pela mídia fica com a certeza de que o termo 'austeridade' é uma manifestação explícita do anticristo, e que se trata de uma medida que deve ser evitada de todas as formas.  A ideia é que reduções nos gastos do governo tiram a sustentação da economia e a empurram para uma interminável espiral depressiva.     Curiosamente, quando a imprensa fala em austeridade, ela menciona em tom crítico apenas uma parte dela, que é o corte de gasto, e nada fala sobre a outra parte, que é o aumento de impostos e seus efeitos genuinamente recessivos.    Quando o governo corta gastos, de fato há quem saia prejudicado.  O exemplo mais claro seria o de funcionários públicos que tivessem seus salários reduzidos.  Isso é muito raro, mas pode ocorrer.    As empresas que possuem como clientes principais um grande número de funcionários públicos seriam atingidas.    Pense em um restaurante chique de Brasília que tem como clientela o pessoal das agências reguladoras.    Se as agências fossem abolidas (sonhemos um pouquinho), as receitas desse restaurante cairiam.  Da mesma forma, se o número de deputados e senadores diminuísse, o Piantella iria à falência.    Esse foi um exemplo visualmente fácil de ser entendido.   Há outros menos claros.   Por exemplo, cortes de gastos do governo irão afetar as várias empresas que só sobrevivem porque possuem contratos de prestação de serviços junto ao governo.  Empresas terceirizadas por estatais e empreiteiras que fazem obras para o governo são os exemplos mais claros.    Há também as várias atividades econômicas que recebem subsídios e que, sem estes subsídios, teriam de se virar, cortar gastos e demitir pessoas.   O que todas estas atividades têm em comum é que elas só sobrevivem e só são lucrativas com a muleta do governo.   Isso faz com que elas sejam classificadas como atividades econômicas insustentáveis.    São atividades que não dependem da demanda voluntária do consumo privado para sobreviver.   Uma vez cortado o fluxo de dinheiro governamental, elas perdem sustentação e definham.   Elas não necessariamente irão quebrar, pois podem se reestruturar e mudar seu enfoque de mercado.   Mas estão indiscutivelmente sobredimensionadas, e a prova disso é que só mantêm seus atuais lucros com dinheiro repassado pelo governo.  Elas são, portanto, atividades que absorvem recursos e capital da sociedade.  Elas não produzem; elas consomem.  Uma redução nos gastos do governo, portanto, possui este efeito salutar sobre a economia.  Faz com que empresas que consomem recursos e que produzem apenas de acordo com demandas políticas tenham de ser enxugadas.   Empresas que só sobrevivem devido aos gastos do governo não produzem para consumidores privados; elas utilizam o dinheiro dos cidadãos mas produzem para o estado. Elas não utilizam capital de maneira produtiva, de forma a atender os genuínos anseios dos consumidores privados: ao contrário, elas utilizam capital fornecido pelos pagadores de impostos mas produzem apenas para servir a anseios políticos.  Em suma, não agregam à sociedade. Por definição, subtraem dela.  Este tipo de atividade econômica privada que só sobrevive por causa dos gastos do governo é idêntico àquelas outras atividades privadas que só são lucrativas quando está havendo uma forte expansão do crédito.   Quando o crédito é farto e barato, e a demanda por imóveis é crescente, várias construtoras e várias imobiliadoras apresentam lucros estratosféricos.  Porém, quando o crédito encarece — ou quando os consumidores já estão muito endividados — e a demanda cai, os lucros viram prejuízos.   Um corte de gastos do governo gera idêntico efeito sobre empresas que possuem o governo ou funcionários do governo como principal cliente.   E por que isso seria bom? 

Porque, ao falirem, essas empresas liberam mão-de-obra e recursos escassos que poderão ser utilizados mais eficientemente por empresas mais produtivas, empresas que estão no mercado para realmente atender às demandas dos consumidores. Por isso, é essencial que, ao cortar gastos, o governo também reduza impostos.   Isso não apenas irá dar mais poder de compra às pessoas, como também irá permitir que as empresas produtivas tenham mais capital e, consequentemente, possam contratar mais pessoas.   Tendo estes conceitos em mente, há quatro maneiras de se fazer austeridade:

1) Aumentar impostos e cortar gastos;

2) Aumentar impostos e manter gastos inalterados e;

3) Manter impostos inalterados e cortar gastos;

4) Reduzir impostos, e cortar gastos em uma intensidade maior do que o corte de impostos;

A primeira é a que gera uma recessão mais intensa.  De um lado, o corte de gastos debilita aquelas empresas que dependem do governo, o que é bom; mas, de outro, o aumento de impostos confisca ainda mais capital da sociedade, mais especificamente do setor produtivo, que é justamente quem absorveria a mão-de-obra demitida das empresas que faliram em decorrência dos cortes de gastos do governo.  Você tem, portanto, o pior dos dois mundos.  Aumento do desemprego, população com menor poder de compra, e setor privado sem capital para contratar.  É isso que a Europa está fazendo.  A segunda maneira, ao contrário do que se supõe, é a pior.   O governo aumenta o confisco do capital do setor privado, mas continua dando sustentação às empresas ineficientes, que também consomem capital do setor produtivo.   A recessão neste caso é menos intensa, mas os desequilíbrios de longo prazo não são corrigidos.  A economia fica com menos capital, mas as empresas ineficientes seguem firmes, pois seu cliente é o governo, que continua gastando.  No final, tal medida serviu apenas para aumentar o consumo de capital de toda a sociedade.   A terceira maneira é melhor que a primeira e a segunda. O governo continua confiscando capital, é verdade, mas ao menos liberou outros recursos por meio da falência de empresas que só sobreviviam em decorrência de seus gastos. Em termos de recessão, é mais branda que a primeira e semelhante à segunda.  A quarta maneira é a maneira correta de se fazer austeridade.  A redução de gastos do governo faz com que empresas ineficientes que dependem do governo sejam enxugadas (ou quebrem) e liberam mão-de-obra e recursos escassos para empreendimentos produtivos e genuinamente demandados pelos cidadãos. 

E as empresas responsáveis por esses empreendimentos produtivos terão mais facilidade para contratar essa mão-de-obra demitida porque, em decorrência da redução nos impostos, elas agora têm mais capital e seus consumidores, mais poder de compra.    Além de não provocar uma recessão profunda — haverá recessão apenas se o governo impuser medidas que retardem a realocação de mão-de-obra de um setor para o outro (por exemplo, aumentando o seguro-desemprego ou o salário mínimo, ou impondo altos encargos sociais que encareçam o processo de demissão e contratação) —, esta maneira é a única que reduz duplamente o desperdício de capital e, com isso, permite uma maior acumulação de capital.  Maior acumulação de capital significa maior abundância de bens produzidos no futuro. E maior abundância de bens significa maior qualidade de vida.  Portanto, há austeridade e "austeridades".  A melhor maneira é também a menos indolor e a mais propícia ao enriquecimento futuro de uma sociedade.  É injustificável não adotá-la.

 

Definiçao Biblica

 

 

DefiniçãoNo contexto do serviço ao Senhor, austeridade é um estilo de vida caracterizado pela simplicidade, moderação e restrição no tocante aos interesses materiais.

 

1. Ter uma mentalidade econômica significa valorizar o que o Senhor supre e não ser desperdiçador.

Provérbios 12:27 - O preguiçoso não assa a sua caça, mas o bem precioso do homem é ser ele diligente.

Provérbios 21:20 - É sábio ser econômico e tolo ser dispersador.  Há tesouro desejável e azeite na casa do sábio, mas o homem insensato os devora.

Provérbios 29:03 - O homem que ama a sabedoria alegra a seu pai, mas o companheiro de prostitutas desperdiça os bens.

Lucas 15:11,13 - A parábola do Filho Pródigo. Jesus continuou: Certo homem tinha dois filhos. 12 O mais moço deles disse ao pai: Pai, dá-me a parte dos bens que me pertence. E o pai repartiu os bens entre os dois. 13 Poucos dias depois, o filho mais novo, ajuntando tudo, partiu para uma terra longínqua, e ali desperdiçou os seus bens, vivendo dissolutamente.

Jó 06:12  Jesus deu o exemplo não desperdiçando as coisas materiais. Quando estavam saciados, ele disse aos discípulos: Recolhei os pedaços que sobraram, para que nada se perca.

1 Corintios 07:31 a Os que usam deste mundo, como se dele não abusassem mal usassem.

 

2. Ser econômico o ajuda a estar preparado para tempos difíceis.

Genesis 41:29,30 e 34,36 - José instrui o Faraó a preparar-se para a seca que havia de vir sob a terra e consequente  fome numa época quando as coisas corriam bem. Vêm sete anos de grande fartura em toda a terra do Egito. 30 Depois deles levantar-se-ão sete anos de fome, e toda aquela fartura será esquecida na terra do Egito, e a fome consumirá a terra. 34 Faça isso Faraó, e nomeie administradores sobre a terra, que tomem a quinta parte dos produtos da terra do Egito nos sete anos de fartura,36 Será o mantimento para provimento da terra, para os sete anos de fome, que haverá na terra do Egito, para que a terra não pereça de fome, Gênesis 41.

Provérbios 06:06,08 - Vai ter com a formiga, ó preguiçoso; olha para os seus caminhos, e sê sábio! 7 Ela não tem superior, nem oficial, nem dominador, 8 contudo no verão prepara o seu pão, e na sega ajunta o seu mantimento.

Provérbios 21:20 - Há tesouro desejável e azeite na casa do sábio, mas o homem insensato os devora.

Provérbio 22:03 - O prudente vê o mal e se esconde, mas os simples prosseguem e sofrem a pena..

 

3. Ser econômico faz parte da boa mordomia.

Provérbios 10:04 - O que trabalha com mão enganosa empobrece, mas a mão dos diligentes enriquece.

Mateus 24:45,46  - Deus abençoa nossa fidelidade com as coisas materiais.] Então lhes responderá: Em verdade vos digo que, todas as vezes que o deixastes de fazer a um destes pequeninos, foi a mim que o deixastes de fazer.  46 E irão estes para o castigo eterno, mas os justos para a vida eterna.

Mateus 25:21,29 - O seu senhor lhe disse: Bem está servo bom e fiel. Sobre o pouco foste fiel, sobre o muito te colocarei. Entra no gozo do teu senhor. 29 Pois a qualquer que tiver [coisas que ganhou por causa de sua fidelidade e boa mordomia.] será dado, e terá em abundância. Ao que não tiver,  [por causa da sua preguiça e desperdício.] até o que tem lhe será tirado.

Genesis 41:38,41  - Quando José interpretou o sonho do Faraó, e o avisou de que tempos difíceis lhes sobreviriam e o aconselhou a apontar alguém fiel para governar a economia.  Perguntou, pois, Faraó a seus oficiais: Acaso acharíamos um homem como este, em quem haja o espírito de Deus? 39 Depois disse Faraó a José.  Visto que Deus te fez saber tudo isto, ninguém há tão entendido e sábio como tu. 40 Tu estarás sobre a minha casa, e por tua boca se governará todo o meu povo. Somente no trono eu serei maior do que tu. 41 Disse mais Faraó a José. Vê, eu te hei posto sobre toda a terra do Egito, Gênesis 41.

Lucas 16:01,02  - Quem desperdiça perde as bênçãos de Deus. Disse Jesus aos discípulos: Havia um homem rico cujo administrador foi acusado de dissipar os seus bens.  2Então, chamando-o, lhe disse: Que é isto que ouço de ti? Dá contas da tua administração, porque já não poderás ser meu administrador.

Lucas 16:10,12 - Quem é fiel no mínimo, também é fiel no muito, e quem é injusto no mínimo, também é injusto no muito. 11 Se nas riquezas injustas não fostes fiéis, quem vos confiará as verdadeiras? 12 E se no alheio não fostes fiéis, quem vos dará o que é vosso?    Ora, além disso, requer-se dos despenseiros que cada um se ache fiel.

 

4. Ser econômico requer um senso de moderação.

Provérbio 25:16 - Se achares mel, come o que te basta, para que não te fartes dele, e o venhas a vomitar.

Provérbios 30:07,09 - Salomão orou: Duas coisas te peço, ó Senhor; não as negues a mim, antes que eu morra: 8Afasta de mim a vaidade e a palavra mentirosa; não me dês nem a pobreza nem a riqueza, mas dá-me só o pão que me é necessário, 9 para que de farto eu não te negue, e diga: Quem é o Senhor? Ou empobrecendo, não venha a furtar, e profane o nome de Deus.

Provérbios 13:14 - Antes, revesti-vos do Senhor Jesus Cristo, e não tenhais cuidado da carne em suas concupiscências.

Provérbios 04:05  - Seja a vossa moderação conhecida de todos os homens. Perto está o Senhor.

 

5. Ser econômico ajuda a estar contente com o suprimento de Deus.

Mateus  06:11  - O pão nosso de cada dia nos dá hoje.

Filipenses 04:11,12 - Não digo isto por causa de necessidade, pois já aprendi a contentar-me em toda e qualquer situação. 12 Sei passar necessidade, e também sei ter abundância. Em toda maneira, e em todas as coisas aprendi tanto a ter fartura, como a ter fome, tanto a ter abundância, como a padecer necessidade.

1 Timóteo 06:06,08 - 6 De fato, é grande fonte de lucro a piedade com o contentamento 7 Porque nada trouxemos para este mundo, e nada podemos levar dele; 8 tendo, porém, sustento e com que nos vestir, estejamos contentes.

Hebreus 13:05 - Seja a vossa vida sem avareza, contentando-vos com o que tendes, pois ele mesmo disse: Não te deixarei, nem te desampararei.

 

7. O tempo é o nosso bem mais valioso, de modo que remir o tempo também faz parte de ser econômico.

Provérbios 18:09 - O negligente na sua obra é irmão do destruidor. Devemos fazer as obras daquele que me enviou enquanto é dia. A noite vem, quando ninguém pode trabalhar.

1 Corintios 07:29 a - Isto, porém, vos digo, irmãos, que o tempo se abrevia.

Efésios 05:15,16 - Portanto, vede prudentemente como andais, não como néscios, mas como sábios, 16 remindo o tempo, porque os dias são maus.

 Efésios 04:05  - Andai em sabedoria para com os que estão de fora, aproveitando bem cada oportunidade.

 Tiago 04:14,15  - Ora, não sabeis o que acontecerá amanhã. O que é a vossa vida? É um vapor que aparece por um pouco, e logo se desvanece. 15 Em lugar disso, devíeis dizer: Se o Senhor quiser, viveremos e faremos isto ou aquilo.

Romanos 13:11,12 - E fazei isto, conhecendo o tempo. Já é hora de despertarmos do sono, porque a nossa salvação está agora mais perto de nós do que quando aceitamos a fé. 12 A noite é passada, e o dia é chegado. Rejeitemos, pois, as obras das trevas e vistamo-nos das armas da luz.

 

 

Estudo realizado por Pastor Rogério Costa

Caxias do Sul – 21/07/14

 

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